outubro 19, 2010

Israel, a Aliança de D'us e a Igreja

Israel, a Aliança de D'us e a Igreja (Parte 1)



A Bíblia em Bytes online - Revista Eletrônica
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  • ISRAEL - Ainda é uma terra Bíblica
    O Oriente Médio, Israel, Egito, o Líder Palestino, Hafez-al-Assad, Yasser Arafat, Arábia Saudita, Kuwait, Saddam Hussein, Líbano, Síria, Cisjordânia, Netanyahu... são nomes que nós ouvimos nos noticiários todos os dias. Como interpretamos o que temos ouvido? Geralmente, a informação sem um conhecimento mínimo necessário para interpretá-lo, traz confusão ou geral desinteresse. Quando nós nos sentimos mal, a quem procuramos? Nós não vamos a uma loja de sapatos, pois ali nada poderão fazer por nós! Devemos ir a quem possa realmente nos ajudar, ou seja, iremos a uma médico! O mesmo se dá com a Palavra! Quando quisermos interpretá-la de forma correta, precisamos conhecer e entender o que os judeus entendem da palavra, pois ela foi dada primeiramente à eles! Por isso, para aqueles que desejam obedecer a Bíblia é importante entender o que está acontecendo com Israel e com todos aqueles que de certa forma desempenham um papel importante no cenário do Oriente Médio hoje, como participantes do desenrolar das profecias bíblicas. Quando paramos para pensar em Israel hoje em comparação a Israel no tempo da Bíblia, várias perguntas nos vêm a mente:

    * O Estado de Israel hoje, e Israel no tempo da Bíblia - é a mesma terra?
    * É correta a afirmação dos Árabes/Palestinos, de que Israel de hoje não é o Israel da Bíblia?
    * Porque Deus escolheu esta terra e a chama de "Sua terra"?
    * Porque Ele escolheu os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó para morar nesta terra, bem como a deu a eles em aliança?
    * Essa aliança foi feita para sempre?


    Como cristãos, devíamos estar procurando respostas para estas perguntas, pois há uma relação entre nós, a Bíblia, Israel e o povo judeu. Em Efésios 2:11-13, Paulo diz: "em Jesus Cristo nós, gentios, somos feitos participantes de todas as promessas de Deus... somos feitos participantes da comunidade de Israel, das suas promessas e esperança".

    O cumprimento da lei e dos profetas da Bíblia Hebraica (Velho Testamento) estão na vida, morte e ressurreição de Jesus. Nossa salvação traz consigo a aceitação do Deus de Israel, bem como da herança e das raízes da história do povo Judeu, o povo escolhido de Deus... e a terra de Israel.

    Para interpretarmos os fatos do presente e do futuro, precisamos de conhecimento bíblico e histórico do passado.

    É importante compreendermos:
    * A terra de Israel é o interessante lugar que ela ocupa em relação às nações;
    * A terra em relação ao povo que Deus escolheu para ocupá-la e porque ocupá-la;
    * O papel do povo judeu na história - os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó.

    Com essas informações, estaremos capacitados a nos situar biblicamente em relação a Israel e o Oriente Médio.

  • A Terra
    Para sabermos se Israel hoje está localizado no mesmo lugar do Israel no tempo da Bíblia, temos que buscar as descrições bíblica. De que "terra" estamos falando? Em Gn 15:18 nos foram dadas algumas dimensões: "O Senhor fez uma aliança com Abraão, dizendo: dei essa terra para os seus descendentes, do rio do Egito até o grande rio Eufrates."

    Mais especificamente, Gênesis 17:8 afirma "toda a terra de Canaã". Em Exodo 3:8 Deus fala a Moisés no deserto e diz: "Por isso desci para livrá-los das mãos dos egípcios, e para fazê-lo subir daquela terra para uma terra espaçosa, para uma terra que mana leite e mel - o lugar do cananeu, do heteu, do amorreu, do ferezeu, do heveu e do jebuseu."

    Essa descrição compreende Israel hoje, mais parte do oeste da Jordânia, oeste da Síria e a maior parte do Líbano.

  • Mas, que tipo de terra é essa Terra Prometida?
    Em Exodo 3:8 ela é descrita como: "uma terra que mana leite e mel", e em Ezequiel 20:6 nós lemos "...uma terra que mana leite e mel e é a glória de todas as terras."

    Com a expressão "leite e mel" Deus estava descrevendo uma terra que poderia sustentar animais que produziriam leite e onde cresceriam árvores frutíferas para as abelhas. Na Bíblia Hebraica, mel poderia se referir também ao que nós chamamos hoje de geléia de frutas, o que confirmaria a idéias de árvores frutíferas. Uma terra que mana leite e mel numa região desértica, podemos considerar como sendo uma preciosa promessa do Senhor.

    Com o termo "glória das nações" Deus queria dizer que Israel seria líder entre as nações, não só espiritualmente, mas que também refletiria as nações do mundo temporariamente em seu solo, flora e fauna.

    Israel é pequeno (241 x 80 km), mas é abençoado pelo clima, solo e sua privilegiada localização na terra, tornando possível encontrar vegetação e animais de quatro diferentes zonas ecológicas - África, Ásia, Mediterrâneo e Euro-Sibéria, pois essas quatro zonas fazem limite com Israel.

    Israel tem montanhas elevadas, desertos, florestas, pântanos, litoral, bem como o lugar mais baixo da terra (-400m). Tem verão e inverno intensos, frutas tropicais, verduras e legumes. Na verdade, em Jerusalém você pode cultivar maçãs e laranjas, uma fruta de clima frio e outra de clima tropical no mesmo pomar! Em Israel há o dobro de espécies de plantas do que em seu vizinho, o Egito, o qual possui o rico Delta do Nilo. Pássaros vêm de longe passar períodos em Israel, tanto da África do Sul como da Islândia. Israel também é visitado pelo lobo da longínqua Sibéria no extremo norte e pelo leopardo da África, no sul.

    Verdadeiramente, Israel não é somente a glória das nações no sentido espiritual, mas também no físico.

    Mais do que isso, é muito importante entender que Deus possui a terra. Levítico 25:23 afirma: "A terra não será vendida perpetuamente, porque a terra é minha, e vós estais comigo como estrangeiros e peregrinos". Deus possui a escritura da terra. Da mesma forma que nós transferimos o título de domínio de um carro ou de uma casa que nós possuímos, Deus escolheu transferir o título de sua terra a Israel, para um povo particular para sempre.

    Deus escolheu um homem, Abraão, para possuir a Sua Terra, Israel, porque Ele tinha um plano: a redenção do mundo.

  • A Terra, em relação ao pop escolhido de D'us
    A aproximadamente 4.000 anos atrás, Deus chamou um homem chamado Abrão para uma tarefa especial. Ele era originalmente de Ur dos Caldeus (perto da Basra, no Iraque hoje), estava morando em Harã, sul da Turquia hoje, quando Deus o chamou. Quando ele tinha 75 anos Deus falou com ele: "Saia do seu país, deixe a sua parentela e a casa de seu pai, para uma terra que eu te mostrarei. Farei de ti uma grande nação, e te abençoarei e te engrandecerei o nome, e tu serás uma bênção. Abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terras" (Gn 12:1-3).

    Abrão, sua esposa estéril Sarai e seu sobrinho Ló, saíram de Harã para Canaã, onde Deus disse a ele: "Levanta agora os teus olhos e olha desde o lugar onde estas, para o norte, para o sul, para o oriente e para o ocidente. Toda esta terra que vês, hei de dar a ti, e a tua descendência para sempre. Farei a tua descendência como o pó da terra, de modo que se alguém puder contar o pó da terra, também a tua descendência será contada. Levanta-se, percorre a terra, no seu comprimento e na sua largura, pois eu a darei a ti" (Gn 13:14-17).

    Depois de dez anos de espera pelo filho da promessa em Canaã, Abrão e Sarai se tornaram impacientes. Sarai ofereceu sua serva Hagar para Abrão e eles tiveram um filho chamado Ismael. Porém, esse não era o filho que Deus havia prometido.

  • Isaque, o Filho da promessa
    Finalmente, quatorze anos depois (24 anos depois que eles chegaram em Canaã), Deus falou com Abrão sobre Sua promessa. Foi então quando Deus mudou o nome de Abrão para Abraão (pai duma multidão), e o de Sarai para Sara (princiesa) que Deus começou a cumprir Sua promessa. Em Gênesis 17:7-8 Deus diz: "Estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência depois de ti em suas gerações, como aliança perpétua, para ser o teu Deus, e a tua descendência depois de ti. Darei a ti e a tua descendência depois de ti a terra das tuas peregrinações, toda a terra de Canaã, em perpétua possessão; e serei o seu Deus." Esse texto confirma que a aliança de Deus seria perpétua e incondicional, não seria temporária. Nessa época Abrão tinha 99 anos e Sara tinha 90 anos e continuava estéril. Por causa disso, ele entendeu que Ismael, que era seu filho, seria o filho da promessa. Em Gênesis 17:18 Abraão disse a Deus: "Oxalá viva Ismael diante de ti".

    Esse não era o plano de Deus, o qual Ele explicou: Ismael não era o filho da promessa e Sara realmente teria um filho: Isaque é que seria o herdeiro, teria as promessas e o título da terra. Para que Abraão não tivesse dúvida, Deus disse: "Na verdade, Sara tua mulher te dará um filho e lhe porás o nome de Isaque; com ele estabelecerei a minha aliança, aliança perpétua para a sua descendência depois dele" (Gn 17:19).

    Como ficaria Ismael? Ele também não é filho de Abraão? Sim, mas não o filho da promessa.

    Quanto a isto Deus disse: "E quanto a Ismael, também te tenho ouvido: certamente o abençoarei; fá-lo-ei fecundo e o multiplicarei grandíssimamente. Doze príncipes gerará, e dele farei uma grande nação. A minha aliança, porém, estabelecerei com Isaque, que Sara te dará neste mesmo tempo, daqui a um ano". (Gn 17:20-21).

    Isaque recebeu a bênção da aliança e não Ismael. Isso nos traz para a atualidade porque, a pergunta no momento é: "Quem na verdade tem direito de possuir a Terra de Israel - os Árabes ou os Judeus"? Deus prometeu abençoar Ismael e seus descendentes, mas não com a terra de Canaã, a qual Deus passou o direito de posse para os descendentes de Abraão via Isaque.

    Esse é um ponto crítico, pois muitos Árabes reivindicam o direito sobre a terra de Israel como descendentes de Abraão através da linhagem de Ismael! Como descendentes de Abraão através de Ismael estava previsto que eles recebessem muitas bênção prometidas, mas NÃO a terra de Israel. Esta foi reservada aos descendentes de Abraão, Isaque e Jacó.

    Sabemos que Abraão teve outros filhos os quais também NÃO receberam o direito sobre a terra de Canaã. Em Gênesis 25:1-6 lemos que os outros filhos de Abraão receberam presentes e foram enviados para as terras do Oriente: "Abraão deu tudo o que possuía a Isaque. Mas aos filhos das concubinas que tinha, deu Abraão presentes e, ainda em vida, separou-os do seu filho Isaque, enviando-os ao Oriente".

    Jacó, o filho prometido: Mais tarde, Isaque teve dois filhos, Jacó e Esaú, e nós podemos ver Deus fazendo uma promessa similar para Jacó. Em Gn 35:11-12, Deus disse a Jacó: "Eu sou o Deus Todo-Poderoso; frutifica e multiplica-te. Uma nação, sim, uma multidão de nações sairão de ti, e reis procederão dos teus lombos. E te darei a terra que dei a Abraão e a Isaque, a ti a darei; também à tua descendência, depois de ti, a darei".

    Como ficaria Esaú? Em Gênesis 36:6-9, lemos que Esaú pegou sua família e saiu de Canaã, para longe de Jacó. Isso porque Jacó era tão rico que aquela terra não era suficiente para sustentar todos os seus animais. Ele se mudou para Edom, do outro lado do Mar Morto, sul da Jordânia hoje. Considerando a aliança de Deus e a história, a terra de Israel biblicamente pertence aos Judeus, aos descendentes de Abraão, Isaque e Jacó.

    Mas, será que os Árabes foram enganados? Deus disse que os abençoaria e hoje existem 21 países Árabes soberanos e apenas UM estado Judeu. Se somarmos a área de todos os países Árabes do mundo verificamos que eles possuem uma área que é 650 vezes maios do que Israel. Em outras palavras, Israel é do tamanho da metade do estado do Espírito Santo. Entretanto, os países Árabes possuem uma área que é seis bilhões de metros quadrados maior do que o Brasil somado a mais uma vez a área do estado do Amazonas, em contraste com o estado do Espírito Santo, sem contar que eles praticamente têm o controle do suprimento de petróleo nas mãos. Bem, os Árabes não foram enganados pelo fato de os judeus terem retornado para a terra que é deles desde os tempos antigos, Israel.

  • Porque D'us escolheu um povo e uma terra específicos?
    Havia uma razão importante para Deus estabelecer alianças com um povo escolhido em uma terra que Ele separou para esse povo.

    Veja que, Deus escolheu um lugar específico, Israel, e um povo específico, os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó, para um propósito específico.

    O povo Judeu foi escolhido:
    1) - Para testemunhar que Deus é único no meio de toda a idolatria do mundo.
    2) - Para mostrar às nações a bênção que é servir ao Deus verdadeiro.
    3) - Para receber, preservar e transmitir as Escrituras (64 dos 66 livros da Bíblia foram escritos por judeus).
    4) - Pare serem a ligação humana (elo histórico) para a vinda do Messias, o Salvador do mundo.

    A terra foi escolhida por uma razão. Como é dito nas propagandas: localização, localização, localização. Apesar de pequena em tamanho, a terra de Israel está estrategicamente situada bem no meio das grandes e importantes rotas do mundo antigo - entre os grandes impérios da Assíria e da Babilônia no norte e o Egito ao sul. Uma das melhores descrições para Israel seria "A Terra-Sanduíche" (uma terra entre as outras). Isso era exatamente o que Deus queria para o Seu povo.

    Israel é praticamente um eixo, como a dobradiça de uma porta, entre grandes regiões do mundo antigo. Quem quer que fosse, que controlasse a terra de Israel, poderia exercer grande influência no mundo. É por isso que conquistar Israel era, e ainda é, um objetivo estratégico para nações que querem controlar o Oriente Médio. Porém, esse pedaço de terra não está à disposição para ser apossada, pois, Deus tinha e ainda tem um plano para ela.

    Deus colocou Seu povo escolhido num lugar precário, exatamente onde Ele os queria, para um propósito específico. Em tempos de guerra ou em tempos de paz, a mensagem de Deus será exposta ao mundo. Por que? Deus poderia tê-los levado para longe do deserto do Oriente Médio e ter criado um outro Jardim do Éden para eles. Lá eles poderiam ser aquecidos pela glória e provisão de Deus, removidos dos conflitos do mundo. Na verdade, fora do deserto onde nenhum viajante pudesse notá-los, até que chegassem neste século, quando nossos satélites finalmente os fotografassem de cima. Bem, Deus tinha outros planos.

    1) - A localização estratégica da terra criaria pressões especiais. Podemos dizer que essas pressões seriam "o território de Deus para provar a fé." Nessa terra haveria muita pressão e muitas provações. Mas, através dessas provações, com tudo desfavorável aos israelitas, Deus mostrou seu poder miraculoso ao sustentá-los e abençoá-los, mesmo diante de situações tão difíceis. Isso fez com que as pessoas parassem e os notassem.

    2) - O fato de toda a comunicação, negócios e até os exércitos daquele tempo, terem que passar por esta terra; a história do relacionamento do homem através do Seu povo escolhido se espalharia por todo o mundo.

    O povo de Israel foi escolhido para ser o testemunho vivo de Deus através de suas vidas e de suas mensagens.

    Em tempos de paz, os viajantes poderiam ver e ouvir a mensagem de Deus e levá-la ao mundo.
    Em tempos de guerra, Deus mostrou seu poder miraculoso ao defendê-los. Esta mensagem também foi espalhada pelo mundo. Por exemplo, o Rei Senaqueribe da Assíria invadiu Judá em 720 a.C., quando ele atingiu Jerusalém, ele cercou a cidade e zombou do Rei Ezequias e do Deus de Israel. Deus agiu. O anjo do Senhor liquidou os soldados e os oficiais de Senaqueribe. II Cr 32 diz que Senaqueribe deixou um relato sobre esse evento esculpido nas pedras, o qual testifica o que Deus fez nesse dia em Israel.

    O artigo continua a aseguir...


    Baruch Há Shem!
    Bendito seja o Nome!


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    Israel, A Aliança de D'us e a Igreja (Parte 2)



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  • Israel - Ainda é uma terra Bíblica
    O eterno plano redentor de Deus é claro na Bíblia. O homem pecou e se separou de Deus. Mesmo assim, Deus quer ter comunhão conosco, por isso Ele criou um plano que envolveria o homem, Abraão e a terra de Israel, para trazer salvação ao mundo.

    Portanto, esse plano não está terminado e o cumprimento das profecias de Deus estão acontecendo e estão relacionadas a Israel e ao povo judeu hoje. Não há dúvida de que havia e ainda há um futuro que tem moldado a história do mundo.

    O povo de Israel foi escolhido para testemunhar sobre Deus. Eles não tinham livros, gravadores, rádio e televisão como nós temos hoje. Suas vidas eram uma mensagem viva do amor de Deus o qual Ele usou para expandir Sua Palavra para o mundo.

    Esta é uma grande verdade para nós cristãos. Paulo nos escreve: "Vós sois a nossa carta, escrita em nossos corações, conhecida e lida por todos os homens. Já é manifesto que vós sois a carta de Cristo, ministrada por nós e escrita, não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedras, mas nas tábuas de carne do coração" (II Co 3:2,3).

    Assim como Israel, o novo nascimento não nos livra das pressões da vida. Pelo contrário, Ele nos coloca bem no meio, onde tudo acontece ao mesmo tempo ao nosso redor. E exatamente nesse lugar Ele nos abençoa. Então, quando os problemas aumentam, Ele está lá para nos proteger e nos defender. Em ambos os casos, isso se transforma em testemunho do Deus vivo, o qual nós servimos.

    Deus nunca nos prometeu que nos colocaria no céu aqui na terra; o céu virá na eternidade. Aqui na terra, fomos chamados através de nossa salvação para sermos testemunhas dele. Temos a oportunidade de fazê-lo todos os dias, e não deveríamos depender de ninguém ou de nada para fazer o trabalho por nós.

    Como Israel, precisamos estar enraizados e firmados no Senhor, para que os nossos inimigos não nos ultrapassem ou a crise e a escassez venha sobre nós. Isto foi o que aconteceu quando Israel tirou os olhos do Senhor. Somente quando nos submetemos ao Senhor, encontramos provisão e proteção, o que fará com que o mundo ao nosso redor fique maravilhado e se volte para o Reino de Deus.

    Assim como Israel, não somos uma ilha isolada. Estamos exatamente nos lugares onde tudo acontece, para que possamos mostrar a glória do Seu Nome.

    Vamos continuar nossas descobertas:
    * Como é que Israel se encaixa nas profecias bíblicas?
    * Há uma promessa de Deus de que o povo judeu, disperso pelo mundo, voltaria um dia para a terra prometida e que a terra seria restaurada?
    * Há esperança para Israel?
    * Porque muitos cristãos apoiam o Estado de Israel?
    * Como deve ser o relacionamento dos cristãos com o povo judeus?


  • O Povo e a terra no centexto profético
    Nos tempos bíblicos, a terra e o povo de Israel eram essenciais para levarem a mensagem de Deus às nações. Hoje eles não são menos importantes nos planos finais de deus, o que mostra ao mundo que Ele é fiel à sua Palavra.

    Os profetas falaram sobre um grande Dia de tornar a trazer de entre os povos, e os ajuntar das terras de seus inimigos, eu me santificarei neles aos olhos de muitas nações. Então saberão que eu sou o Senhor seu Deus, vendo que eu os fiz ir para o exílio entre as nações, e os tornei a ajuntar a fim de voltarem à sua terra, e nenhum deles deixei para trás. Já não esconderei deles a minha face, pois eu derramarei o meu Espírito sobre a casa de Israel, diz o Senhor Deus".

    Em Amós 9:14-15 Deus diz: "Trarei de volta do exílio o meu povo Israel, reedificarão as cidades assoladas, e nelas habitarão. Plantarão vinhas e beberão o seu vinho; farão pomares e lhes comerão os frutos. Plantá-los-ei na sua própria terra, e não serão mais arrancados da terra que lhes dei, diz o Senhor teu Deus".

    Esses não são versículos obscuros na Bíblia, que não têm nenhuma importância hoje. Podemos vê-los sendo cumpridos bem diante dos nossos olhos. Para mim, morar em Israel e ler as profecias bíblicas, é como estar lendo o jornal do dia.

    Por exemplo, Isaías escreveu: "O deserto e os lugares secos se alegrarão; o ermo exultará e florescerá como a rosa" (Is 35:1).

    Ele escreveu esses versículos para expressão quão empolgante seria quando o povo judeu retornasse para a terra prometida, Israel. Até mesmo a terra se regozijaria de alegria.

    Você deve estar perguntando, voltar de onde? Muitos profetas do Velho Testamento falaram que haveria um dia em que os judeus sairiam de Israel. Isso ocorreu logo depois de Jesus. Mas Deus não pretendia deixá-los no exílio, e os profetas profetizaram o seu retorno das nações um dia.

    Hoje é o dia do qual as profecias falaram. Estamos vivendo em dias em que as profecias bíblicas estão se cumprindo bem diante dos nossos olhos. Enquanto nos preparamos para a vinda do Senhor, a Bíblia nos dá sinais para que os observemos. Um desses sinais é os desertos de Israel e os lugares desolados florescendo. E como eles estão florescendo!

    O deserto da Judéia, por exemplo, é normalmente seco e desolado. No entanto, toda primavera, depois da chuvas de inverno o deserto floresce por si mesmo. Flores delicada como a orquídea, cíclame, íris, açafrão da primavera e até tulipas florescem transformando o deserto em um tapete colorido ao longo da grama macia. Papoulas de todas as cores podem ser encontradas por toda a parte. Esses sãos os lírios do vale sobre os quais os evangelhos falam. Não somente os desertos florescem a cada primavera, mas, Israel cultiva flores no deserto durante todo o ano. Na paisagem árida, milhões de flores de muitas variedades são cultivadas e exportadas para vários lugares do mundo.

    Portanto, até as flores em Israel estão falando conosco, como sinal de que Deus está cumprindo Sua Palavra, exatamente como os profetas disseram.


  • Mas, não foi sempre assim!
    Em 1860, o autor americano, Mark Twain, veio visitar a região que na época era o Império Turco chamado Palestina. Veja como ele descreveu a terra: "Em nenhum lugar podia ser encontrado um metro de sombra sequer. Era uma terra nua, totalmente deserta". Sobre a Galiléia, onde hoje é uma área de lindas florestas e pomares, ele disse: "São sete horas da manhã e à medida que andamos nos campos vejo que, a grama deveria estar cintilando com o orvalho, as flores perfumando o ar com sua fragrância e os pássaros deveriam estar cantando nas árvores. Mas, que paisagem! Não há orvalho aqui, nem flores, nem pássaros, nem árvores. Há apenas um lago claro e sem nenhuma sombra e em volta algumas montanhas nuas".

    O resumo de Mark Twain sobre a Palestina: "Das piores terras existentes, a palestina deve ser a número um. As colinas são áridas, descoloridas, sem nenhum atrativo. É uma terra sem esperança monótona, desolada".

    Ezequiel 36 - Os três "erres" das profecias bíblicas
    A descrição de Mark Twain sobre a palestina é a cópia dos sete primeiros versículos de Ezequiel 36. Esse capítulo é uma promessa fiel de Deus a Israel, no que se refere à restauração da terra e do povo de Israel por Deus, que aconteceria pouco antes da Segunda vinda do Senhor.

    Lendo Ezequiel 36 vemos claramente a descrição do que tem acontecido em Israel nos últimos cem anos. É interessante notar que a flores silvestres nas montanhas têm muito a ver com essas promessas e testificam a fidelidade de Deus.

    Esta passagem começa Deus falando às montanhas de Israel, lamentando sua desolação e abandono. Esse fato foi causado pelos inimigos de Israel que invadiram a terra para conquistarem os "altos lugares antigos", e depois de fazê-lo se orgulharam como o fato. Deus não planejou que essa terra, Israel, fosse habitada e prosperasse nas mãos de outro povo, senão do povo judeu, por isso ela esteve desolada por tantas gerações. As observações de Mark Twain são perfeitamente adequadas ao lamento do profeta.

    No versículo 8 Deus tem boas notícias para a terra: "Mas vós, ó montes de Israel, vós produzireis os vossos ramos, e dareis o vosso fruto para o meu povo de Israel, pois já estão prestes a vir".

    Ele continua dizendo que Ele multiplicaria o povo da casa de Israel, eles reconstruiriam as cidades arruinadas e aumentariam seus rebanhos e os produtos da terra. Quando isso acontecer disse Ele: "Então saberão que eu sou o Senhor" (vs. 11).

    Há uma conexão entre os anos frutíferos e os anos inabitados de Israel. Conhecemos o que diz em Levítico 25:23 onde Deus diz que Ele é o dono dessa terra, e Ele escolheu dá-la ao Seu povo de aliança - o povo judeu, os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó. Somente quando a terra e o povo da aliança, escolhido para estar nessa terra estivessem juntos, ambos poderiam florescer, de acordo com o plano divino de Deus.

    Ezequiel confirma que é o retorno do povo judeu para a terra de Israel que desencadeia a restauração da terra por si mesma para a sua glória anterior e ainda maior do que a primeira.

    O retorno do povo judeu e a restauração da terra também são importantes para demonstrar a integridade de Deus. Deus espalhou seu povo de aliança por um tempo. Enquanto estavam em outras nações, Ezequiel 36:20 diz que o povo de Israel profanou o nome de Deus e as suas promessas, quando o povo disse abusivamente: "é este o povo do Senhor que saiu da sua terra?"

    Veja que, na antiguidade, os pagãos julgavam a eficácia dos seus deuses pela proteção que eles davam as suas terras e pela provisão. Nessa regiões eles adoravam ao deus Baal pela segurança contra a invasão de exércitos, pela provisão de chuva e comida; e Astarte, o deus da fertilidade, pela descendência.

    No entanto, quando o povo judeu exilou para outros países e a terra de Israel ficou desolada, as nações pagãs ridicularizaram o Deus de Israel como incapaz de proteger e prover o Seu povo.

    Por essa razão em Ezequiel 36:23-28, Deus fala de um grande momento, do retorno do povo judeu para sua terra de aliança, o qual Ele orquestraria, para a integridade do Seu nome. Isso aconteceria para mostrar às nações da Terra que Ele é o Deus vivo que cumpre suas promessas. Para completar, o verso 24 diz: "Pois eu vos tirarei dentre as nações e vos congregarei de todos os países, e vos trarei para a vossa terra".

    Mais do que tudo isso, Deus deseja restaurar a comunhão espiritual com seu povo EM sua terra, quando Ele diz nos versos 27 e 28: "Porei dentro em vós o meu Espírito, e farei que andeis nos meus estatutos, e guardareis os meus juízos, e os observeis. Habitareis na terra que dei aos vossos pais; vós me sereis por povo, e eu vos sereis por Deus".

    Esse processo dos últimos dias, esse mover profético, como está descrito em Ezequiel, é o que eu chamo de os três "erres" das profecias bíblicas dos últimos dias, no que diz respeito a Israel:

    * O RETORNO do exílio para a terra dos seus antepassados;
    * A RESTAURAÇÃO da terra e;
    * A REDENÇÃO e renovação espiritual do povo judeu na terra.

    Sim, esse dia, é hoje! Rabinos têm se referido aos dias presentes como "Dias Messiânicos". Sem sombra de dúvida estamos vendo a terra sendo restaurada e o povo retornando durante mais de 100 aos. E muitos do imigrantes são de países comunistas onde a adoração a Deus e a leitura da Bíblia era proibido. Agora eles estão aprendendo sobre o Senhor Deus de Israel e sobre a sua antiga terra, e um verdadeiro renovo espiritual está acontecendo. Não tem acontecido de uma só vez, mas com certeza está em processo.

    Ezequiel dá uma última palavra para as nações pagãs do mundo que tentaram ocupar sua terra e não permitiu que seu povo voltasse. Nos versos 34 a 36 ele diz: "A terra assolada se lavrará, em vez de estar desolada a todos os que passam. Dirão: Esta terra desolada ficou como o jardim do Éden; as cidades solitárias, desoladas e destruídas, estão fortificadas e habitadas. Então saberão as nações, que ficarem de resto em redor de vós, que eu, o Senhor, reedifiquei as cidades destruídas e plantei o que estava devastado. Eu, o Senhor, o disse e o farei."

    Continua a seguir...


    Baruch Há Shem!
    Bendito seja o Nome!

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    Israel, A Aliança de D'us e a Igreja (Parte 3)



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  • Israel - Ainda é uma terra bíblica
    Você sabia que, nada mais acontece em Israel que não esteja relacionado com a Bíblia? D'us sempre usa o óbvio e o palpável para nos ensinar, então, seu ensino é reforçado uma vez após outra.

    Israel não está mais desolada, e nem está destituída do seu povo da aliança. Hoje podemos ver com nossos próprios olhos as montanhas de Israel cobertas com lindas flores silvestres e uma grama macia, vemos plantações abundantes e florestas, novas cidades reconstruídas sobre lugares antigos, gado nas montanhas, pássaros nas árvores e o povo judeu que retornou de mais de 100 países e continuam retornando aos milhares a cada ano.

    Enquanto Israel não vê o cumprimento completo dessas profecias, precisamos manter o foco das nossas orações em Israel.

    Para nós que honramos a Bíblia, vamos nos posicionar com Israel com nossas orações e nossas vozes. Há aqueles que estão sempre desafiando a não existência de Israel. Mas D'us disse que eles não prevalecerão. Salmo 129:6 diz: "Sejam como a grama nos telhados, que se seca antes que se possas crescer."

    De minha casa, no topo de uma montanha em Jerusalém, posso ver várias casas antigas, de pedras, numa vila próxima. Nos seus telhados, a grama cresce abundantemente depois das chuvas de inverno, mas em Maio ela já está cinza. Assim são aqueles que ridicularizam ou desconsideram a Palavra de D'us, logo, também murcharão e desaparecerão, mas, a Palavra de D'us prevalecerá.

    O profeta Zacarias confirma que D'us usará Israel e Jerusalém novamente para testar as nações. As nações serão julgadas pela forma como entenderem e responderem ao plano de D'us para Israel. Em outras palavras, as que apoiarem o plano de D'us serão abençoadas, e as que rejeitarem o Seu plano serão massacradas. Vamos ver o que Zacarias diz: "Porei a Jerusalém como um copo de atordoamento para todos os povos em redor, e também para Judá, durante o cerco contra Jerusalém. Naquele dia farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos. Todos os que a erguerem certamente serão feridos. E ajuntar-se-ão contra ela todas as nações da terra."

    Hoje em dia, as comunidades das nações costumam mobilizar seus exércitos contra nações obstinadas. Não é difícil entender porque um dia essas nações consideraram Israel uma nação obstinada que não está respondendo às suas ordens e por isso, atacariam Judá e Jerusalém (a capital e sede do governo de Israel). Quando esse dia vier, que nós possamos estar do lado de D'us nessa batalha, ou nós também seremos sucumbidos.

    A história tem se focalizado cada dia mais em Israel, especialmente em Jerusalém. Como cristãos, temos uma oportunidade incrível de alcançar e tocar o povo judeu, demonstrando "o amor de D'us" e "o D'us de amor". Quando estiver apreciando as flores onde você ora, que D'us possa estar lhe trazendo à memória a "Mensagem sobre as Flores de Israel". Que Ele possa estar lembrando-lhe de "orar pela paz de Jerusalém". Nosso D'us é fiel e verdadeiro, e Ele está completando Sua obra aqui em Israel, exatamente como Ele prometeu e no tempo que Ele disse o faria.

  • A Igreja e o povo Judeu
    Por último vamos voltar nossa atenção ao povo judeu, o povo escolhido por D'us, que são os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó. Em Zacarias 2:8 D'us se refere a eles como "a menina do Seu olho", Ele diz: "aquele que tocar em vós toca na menina do seu olho". Também, lembremo-nos de Gn 12:3 "Abençoarei os que te abençoarem, amaldiçoarei os que te amaldiçoarem".

    Conhecemos a história dos inimigos de Israel relatada na Bíblia Hebraica (se refere ao Velho Testamento): o Faraó do Egito, os Filisteus, Cananeus, Moabitas, Edomitas, Amalequitas, Assírios e os Babilônicos esses são apenas alguns. Nos tempos pós-bíblicos temos os Gregos, os Romanos, os Persas, os Turcos Otomanos, os Alemães e agora os Árabes. Podemos ler como todos esses impérios que vieram contra Israel desapareceram gradualmente das páginas da história (lembre-se de Gn 12:3 sobre amaldiçoar Israel). Mas o povo judeu continua progredindo e Israel está florescendo novamente.

    Um remanescente continuou morando na Palestina desde os tempos que eles foram expulsos por Roma no ano 135 d.C. Apesar de tudo, os Judeus começaram a retornar para sua terra em grande número, nos meados de 1800. Depois de muita perseguição e resistência, Israel se tornou uma nação soberana em 1948. Porém, ela não é uma nação nova, mas a continuação de uma nação que D'us começou com Abraão há 4.000 anos atrás.

    Até aqui, da minha lista daqueles que tocaram a menina dos olhos de D'us, que perseguiram e mataram judeus sem misericórdia, excluí o pior dos ofensores - A IGREJA CRISTÃ.

    Durante os primeiros 300 anos d.C., a "Teologia da Substituição" surgiu para convencer Roma de que o Cristianismo substituiria o Judaísmo. O Cristianismo iniciou um processo de descrédito aos Judeus e ao Judaísmo com o objetivo de conseguir se legalizar diante de Roma. Juntamente a isso veio também a amarga raiz do anti-semitismo, que até hoje está em nosso meio. Depois que o Cristianismo se tornou a religião do Santo Império Romano, o anti-semitismo foi institucionalizado, o que permitiu que fosse espalhado, permeado à religião. Alguns dos resultados extremos do anti-semitismo cristão são:

    * Textos escritos, pelos pais da igreja, contra os judeus.
    * Os primeiros escritos de Constantino contra os Judeus - 312 d.C.
    * Nos séc. XI - XII, as Cruzadas que mataram e perseguiram Judeus na Europa e no Oriente Médio.
    * No Séc. XV - a Inquisição, que permaneceu na Espanha até 1820.
    * No Séc. XVI - Martin Lutero escreveu textos contra os judeus.
    * No Séc. XIX - os Pogroms russos
    * No Séc. XX - Hitler executou 6 milhões de Judeus

  • Beba da "Raiz da Ovileira
    Nos últimos 40 anos, um grande avivamento vem acontecendo. Cristão têm lido a Palavra de D'us sobre o desenrolar do plano de D'us para Israel e sobre sua perpétua aliança com o povo judeu. Muitos cristãos têm demonstrado seu apoio a Israel e ao povo judeu, o que tem sido uma mudança bastante positiva em relação ao passado.

    Os capítulo 9 e 11 do livro de Romanos mostram claramente a contínua misericórdia de D'us pelo povo judeu e o Seu desejo de que os cristãos tenham misericórdia deles e não hostilidade e anti-semitismo. Nós fomos enxertados na árvore de Israel e somos nutridos quando bebemos da seiva da raíz da oliveira - Israel. Rm 11:18 nos diz que não devemos nos orgulhar contra os ramos naturais, que é o povo judeu, pois nós não sustentamos a raíz, mas a raíz quem nos sustenta. A igreja tem sido muitas vezes como um buquê de flores - bonito por um tempo, mas, cortado e separado da raíz logo seca e morre. Precisamos nos religar à raíz (a qual é Israel, e a forma hebraica de entendermos as Escrituras), para que possamos Ter uma interpretação mais profunda da Palavra da D'us. Quando conectamos a Nova Aliança à Velha Aliança temos o entendimento que frequentemente nos falta em algumas expressões bíblicas.

    Isaías nos diz para observar nosso 'irmão mais velho, o qual nos trouxe a salvação', "ouvi-me vós, os que seguis a retidão, os que buscais ao Senhor: Olhai para a rocha de onde fostes cortados, e para a caverna do poço de onde fostes cavados. Olhai para Abraão, vosso pai, e para Sara que vos deu a luz" (Is 51:1-2). Os cristãos também são herdeiros das promessas de Abraão e estão incluídos na promessa que D'us fez a ele: "Em ti serão benditas todas as nações da terra."

    Precisamos participar ativamente do plano final de D'us para restaurar Israel e o seu povo, preparando então, a vinda do Messias. Isaías cotinua dizendo: "O Senhor certamente consolará a Sião, e consolará a todos os seus lugares assolados; ele fará o seu deserto como o Éden, e os seus ermos como o jardim do Senhor. Gozo e alegria se acharão nela, ações de graça, e som de cânticos" (Is 52:3).

    Isso é o que temos visto em Israel hoje, e nós podemos participar do cumprimento das profecias.

    A igreja não tem estado ligada ao plano redentor de D'us para o mundo. Não fomos chamados somente para levar a mensagem de D'us às nações, mas também, para nos reconciliarmos com Israel e o povo judeu, e esse é o momento. Yeshua (Jesus) "...é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um, e destruiu a parede de inimizade..." (Ef 2:14). Mesmo que isso não tenha acontecido através de anos de história da igreja, a Palavra de D'us afirma e tem certeza que irá se cumprir. Lembremo-nos que, tudo começa com o primeiro passo em direção à reconciliação. Precisamos dar os primeiros passos.

    Sim, há uma relação entre Israel, as alianças de D'us e a Igreja. É um plano fantástico que tem se desenrolado desde Gênesis e não estará completo enquanto Apocalipse não se cumprir. Depois de lermos esse estudo, podemos ficar entusiasmados, pois, não somos meros seguidores de uma filosofia ou religião, mas participantes dinâmicos da contínua e viva Palavra de D'us.


    Baruch Há Shem!
    Bendito seja o Nome!
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